Renata Cordeiro

quarta-feira, 03 de dezembro de 2008

Violência no Futebol


Recebi uma mensagem falando sobre a violência no futebol, escrita pelo Silas Mendonça, de Santa Cruz do Rio Pardo, que gostaria de dividir com vocês.


"Sabemos que no Brasil, principalmente em São Paulo, vândalos estão invadindo treino de times de futebol para pedir bons resultados, agredindo comissões técnicas e familiares, enfim, uma balbúrdia sem tamanho. É lamentável ver profissionais no âmbito do seu trabalho serem vítimas de "vagabundos", "marginais", que não tem ocupação na vida, e atrapalham o bom andamento de quem está trabalhando. As pessoas não entendem que no futebol, assim como em outro esporte, o time está arriscado a perder ou ganhar, o torcedor que é torcedor sabe que a partir do momento que ele comprou ingresso está buscando diversão, seja ela uma vitória ou derrota do time. Culpados são as autoridades públicas, dirigentes de futebol, que deixam a impunidade em evidência. O verdadeiro torcedor, que é trabalhador, não tem tempo de ir num treinamento de um time para bater em jogadores, agora estas pessoas que são uma minoria de irresponsáveis, até as vezes influenciados por diretores, deveriam procurar emprego, lutar por um país mais igualitário, lutar contra a falta de emprego, mas não... eles preferem agredir um trabalhador, que é pai de família. Então essas pessoas, para mim, são consideradas covardes e dignas de estarem atrás das grades."


Na minha opinião, esses baderneiros não podem mesmo ganhar o "título" de torcedor. As leis brandas e os dirigentes, que dão ingressos e outras facilidades em troca de nefasto apoio político, são os maiores responsáveis por essa situação.


Diversão e respeito ao próximo andam juntos.


Temos que lembrar que times já perderam jogadores importantes, como o Corinthians com Rivelino, na década de setenta, por temer a violência da torcida. O que ganharam com isso? Só um craque a menos na equipe!


Silas, obrigada pela mensagem e pela coragem de botar a boca no trombone, essa luta é de todos nós.

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